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Lar Legal: deputada Ana Paula propõe criação de Fórum Popular Permanente em Blumenau

Blumenau, 17/08/2017 – A deputada estadual Ana Paula Lima (PT) propôs a criação de um Fórum Popular Permanente para acompanhar e fiscalizar a implantação do Programa Lar Legal em Blumenau, com a coordenação da Uniblam – União Blumenauense de Associações de Moradores e participação de entidades da sociedade civil, prefeitura, Universidade Regional de Blumenau (Furb), Câmara de Vereadores e Assembleia Legislativa de Santa Catarina.

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A proposta foi feita durante o Seminário Lar Legal, na noite desta quinta-feira, dia 17, em Blumenau, com a presença do desembargador Lédio Rosa de Andrade, idealizador e coordenador estadual do programa. O evento foi realizado na Furb pela Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc), por proposição da deputada Ana Paula Lima.

A Furb também disponibilizou seu corpo docente e técnico para auxiliar gratuitamente na execução do Lar Legal em Blumenau.

“Desde 2008, o Lar Legal vem regularizando áreas em várias cidades de Santa Catarina e já entregou milhares de escritura”, lembrou Ana Paula.

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Através do Lar Legal, mais de 6 mil famílias foram beneficiadas com a regularização de seus terrenos nos últimos dois anos no Estado, segundo o TJSC. Outros 2 mil títulos serão entregues ainda a partir de agosto. Só não podem participar do programa os moradores de áreas de risco ambiental ou que estejam sendo contestadas judicialmente.

Em Santa Catarina, segundo o desembargador Ledio, no mínimo 350 mil famílias não têm o título de propriedade. “São famílias que há 20, 30 anos estão tentando regularizar sua terra”.
“Enquanto não resolvermos os problemas de regularização de várias comunidades de Blumenau, que ainda hoje sofrem com insegurança jurídica, com a falta de serviços básicos, não teremos a chance de construirmos uma cidade para todos e para todas”, prosseguiu Ana Paula.

O programa foi criado através da Resolução nº 11/2008, do TJSC, e tem a parceira do Ministério Público, Alesc, Poder Executivo e municípios aderentes. O objetivo é legalizar as áreas urbanas ocupadas em desconformidade com a legislação ambiental, urbanística, civil e registral (loteamentos irregulares e clandestinos), concedendo o título da terra (escritura) aos moradores que não possuem o reconhecimento formal de sua posse.

O seminário teve a participação de mais de 200 pessoas, representantes de loteamentos e assentamentos irregulares no município. Também participaram o vereador Adriano Pereira, coordenador da Frente Parlamentar em Defesa de Políticas Públicas de Habitação e Regularização Fundiária do Município, e o engenheiro Juliano Gonçalves, secretário municipal de Regularização Fundiária.

Áreas irregulares – A prefeitura de Blumenau contabiliza 155 assentamentos irregulares no município. São áreas públicas ou privadas, que foram ocupadas, invadidas ou loteadas de maneira informal e nunca foram regularizadas.

Destas, 55 já foram mapeadas, nas regiões Norte (Vila Itoupava, Itoupava Central, Fidélis e Itoupavazinha), Oeste (Testo Salto, Badenfurt, Escola Agrícola, Passo Manso e Velha Grande), Leste (Fotaleza Alta, Fortaleza, Itoupava Norte, Tribess, Nova Esperança e Ponta Aguda), Centro (Boa Vista e Salto) e Sul (Vorstadt, Ribeirão Fresco, Garcia e Valparaíso).

Sete projetos de regularização fundiária estão em curso: Vila União, Vila Bromberg, Vila Jensen, Morro Dona Edite, Horto Florestal, Fritz Koegler e Romário Conceição Badia. São locais onde a Prefeitura já fez duas etapas necessárias para a regularização, que é o cadastro social e o diagnóstico de engenharia.

Fotos: Solon Soares / Agência AL


Deputada Ana Paula volta a cobrar instalação de aparelhos de ar condicionado para escola de Navegantes

Florianópolis, 16/08/2017 – A deputada Ana Paula Lima (PT) acompanhou na tarde desta terça-feira (15) comitiva da Escola de Educação Básica Profª Júlia Miranda de Souza, de Navegantes, em uma audiência na Secretaria de Estado da Educação em Florianópolis. Na pauta, cobrar melhorias na infraestrutura da escola, em especial a instalação de fato dos aparelhos de ar condicionado.

Intermediada pela deputada Ana Paula, a agenda contou com a participação da presidente da Associação de Pais e Professores (APP) do Júlia, Kelly Emely Antônio, do estudante Gustavo Couto, do vereador Murilo Cordeiro, do assessor parlamentar Tarcísio Weise, do ex-aluno e prefeito em exercício Donizete José da Silva que estava acompanhado do secretário de segurança e cidadania de Navegantes.

De acordo com a presidente da APP, Kelly Emely Antônio, a escola recebeu aparelhos de ar condicionado em 2012, que foram instalados somente em 2014. Contudo, por falta de estrutura de energia elétrica, os aparelhos não podem ser utilizados, expondo os estudantes e professores a uma situação que atrapalha o convívio e a aprendizagem.

“Visitei a escola e me comprometi em auxiliar nesse pedido. São três anos buscando uma resposta para isso, mas sempre sem sucesso, e enquanto isso, alunos e professores sofrem em períodos de calor intenso. Mas, mesmo com a garantia, nosso mandato continuará fiscalizando para que a escola seja atendida”, comentou Ana Paula Lima.

A deputada, que tem reivindicado melhorias na escola junto à Secretaria de Estado da Educação, entregou, no mês de julho, Moção de Aplauso da Assembleia Legislativa de Santa Catarina em louvor pelos 70 anos de atuação da à Escola de Educação Básica Profª Júlia Miranda de Souza na educação do município de Navegantes.

O secretário Eduardo Deschamps garantiu que projeto está encaminhado e os aparelhos devem estar funcionando até o fim do ano ou início de janeiro. Os recursos financeiros já estão disponíveis.

Demais melhorias 

Ainda durante a audiência, o jovem Gustavo Couto apresentou uma pauta elaborada com a participação dos demais estudantes da escola. Através de documento protocolado o estudante solicitou ainda: reforma da rede elétrica em todo o prédio; colocação em funcionamento o laboratório de informática; instalação de uma sala adequada de vídeo; aquisição de aparelhos de multimídia (data show) e substituir as atuais lousas por lousas digitais; implantação de internet que funcione; reforma geral no prédio; substituição gradativa das atuais cadeiras e carteias em sala de aula; adquirir material esportivo, de limpeza e higiene.


ALESC promove Seminário Lar Legal em Blumenau, no dia 17 de agosto

Blumenau, 14/08/2017 – A Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc), por proposição da deputada Ana Paula Lima (PT) realiza, no dia 17 de agosto, em Blumenau, o Seminário Lar legal, para apresentar o programa estadual de regularização fundiária do Tribunal de Justiça de Santa Catarina. O evento será realizado às 19 horas, no auditório do Bloco J da Furb (Rua Antônio da Veiga, 140).

A apresentação do programa será feita pelo desembargador Lédio Rosa de Andrade, idealizador e coordenador estadual do Lar Legal. O seminário terá a participação da deputada Ana Paula Lima, do reitor João Natel, da Furb, do vereador Adriano Pereira, coordenador da Frente Parlamentar em Defesa de Políticas Públicas de Habitação e Regularização Fundiária do Município, e do engenheiro Juliano Gonçalves, secretário municipal de Regularização Fundiária.

O Programa Lar Legal foi criado através da Resolução nº 11/2008, do TJSC, e tem a parceira do Ministério Público, Alesc, Poder Executivo e municípios aderentes. O objetivo é legalizar as áreas urbanas ocupadas em desconformidade com a legislação ambiental, urbanística, civil e registral (loteamentos irregulares e clandestinos), concedendo o título da terra (escritura) aos moradores que não possuem o reconhecimento formal de sua posse.

Através do Lar Legal, mais de 4 mil famílias foram beneficiadas com a regularização de seus terrenos nos últimos dois anos no Estado, segundo o TJSC. Só não podem participar do programa os moradores de áreas de risco ambiental ou que estejam sendo contestadas judicialmente.

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Áreas irregulares – A prefeitura de Blumenau contabiliza 155 assentamentos irregulares no município. São áreas públicas ou privadas, que foram ocupadas, invadidas ou loteadas de maneira informal e nunca foram regularizadas.

Destas, 55 já foram mapeadas, nas regiões Norte (Vila Itoupava, Itoupava Central, Fidélis e Itoupavazinha), Oeste (Testo Salto, Badenfurt, Escola Agrícola, Passo Manso e Velha Grande),  Leste (Fotaleza Alta, Fortaleza, Itoupava Norte, Tribess, Nova Esperança e Ponta Aguda), Centro (Boa Vista e Salto) e Sul (Vorstadt, Ribeirão Fresco, Garcia e Valparaíso).

Sete projetos de regularização fundiária estão em curso: Vila União, Vila Bromberg, Vila Jensen, Morro Dona Edite, Horto Florestal, Fritz Koegler e Romário Conceição Badia. São locais onde a Prefeitura já fez duas etapas necessárias para a regularização, que é o cadastro social e o diagnóstico de engenharia.


III Congresso Nacional do Parto Humanizado encerra com manifesto contra o golpe à democracia

Carta de Florianópolis aponta perda de direitos com as reformas do atual Governo Federal

Florianópolis, 11/08/2017 – Um manifesto contra o golpe à democracia brasileira e à retirada de direitos das mulheres e das trabalhadoras em geral encerrou, na tarde desta sexta-feira, dia 11, o III Congresso Nacional do Parto Humanizado – Afirmando a autonomia da Mulher. A Carta de Florianópolis – lida no final do evento – elenca ainda perdas e desafios para a humanização do parto e do nascimento.

O documento reconhece, entre 16 pontos, que as chamadas reformas do atual Governo Federal ameaçam direitos duramente conquistados, em especial das mulheres e da saúde. Que o modelo vigente de parto é machista, misógino e não baseado nas melhores evidências, e que mulheres negras, indígenas e transgênero são as maiores vítimas de violência obstétrica no país.

Por outro lado, o documento também reconhece o empenho do Ministério da Saúde, durante o Governo Popular, na criação de programas e políticas afirmativas no sentido de ampliar o número de partos naturais e respeitosos em nossa sociedade e inibir as cesáreas desnecessárias. E elenca conquistas para a humanização do parto e do nascimento, como a aprovação da Lei da Doula (Lei nº 16.869/2016), e a Lei da Violência Obstétrica (Lei nº 17.097/2017), em Santa Catarina.

A Carta de Florianópolis também aponta sete recomendações, entre elas a superação do modelo de atenção vigente ao parto e nascimento, reforçando a importância na manutenção e fortalecimento do Projeto Rede Cegonha. Também que as Casas Legislativas, na União, Estados e Municípios, priorizem com celeridade a tramitação das proposições específicas para facilitar a implementação de práticas que conduzam ao parto natural e inibam a violência obstétrica nos hospitais brasileiros.

Entre os 21 compromissos elencados, a Carta de Florianópolis propõe garantir em lei a instalação de centros de parto natural e de Casas de Parto nos estados; lutar por um acolhimento digno das parteiras, enfermeiras obstétricas e obstetrizes o ambiente hospitalar; e a criação da rede de Humanização do Parto em Santa Catarina.
A Carta de Florianópolis é assinada por entidades, organizações, profissionais de saúde, gestores públicos, pesquisadores, parlamentares, parteiras, doulas, enfermeiras e enfermeiros obstetras, obstetrizes, médicas e médicos, mães, pais e familiares, presentes nos três dias do III Congresso Nacional do Parto Humanizado, nos dias 9, 10 e 11 de agosto.

O III Congresso Nacional do Parto Humanizado, realizado nos dias 9, 10 e 11 de agosto, foi uma iniciativa da Comissão de Saúde da Alesc, em parceria com a Escola do Legislativo Deputado Lício Mauro da Silveira e com o apoio do gabinete da deputada Ana Paula Lima (PT), proponente das duas edições anteriores, em 2015 e 2016.

 

 


Erika Kokay fala sobre perda de direitos, desumanização e violência contra as mulheres

Deputada federal foi convidada especial no último dia do III Congresso Nacional do Parto Humanizado

Florianópolis, 11/08/2017 – A deputada federal Erika Kokay (PT/DF) falou sobre perda de direitos, desumanização e violência contra as mulheres nesta sexta-feira, dia 11, na Assembleia Legislativa de Santa Catarina. A parlamentar esteve em Florianópolis como convidada especial para falar no III Congresso Nacional do Parto Humanizado – Afirmando a autonomia da mulher.

Erika Kokay, em seu segundo mandato na Câmara dos Deputados, destacou em sua fala sobre o processo de naturalização da violência no Brasil, principalmente contra as mulheres.  “Existe um processo de opressão e dominação, que vai naturalizando as violências, para que não percebamos a violência como violência”, disse a deputada.

A parlamentar exemplificou a violência obstétrica, onde “o parto, que é uma atribuição da mulher, é apropriada pelo outro. Demoramos a perceber a violência obstétrica e que o parto humanizado é um direito”, destacou Erika Kokay. “Nós mulheres fomos desumanizadas no país, quando nossos corpos estão sempre em disputa, de negras, índias, trabalhadoras, LGBTs”.

Segundo a parlamentar, “os corpos das mulheres são objetos de domínio dos homens e dessa elite na sua construção fundamentalista de poder”. Para ela, “a igualdade de gênero é estruturante para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária”. E citou como um dos grandes avanços da Lei Maria da Penha mostrar que alguns tipos de violência não deixam marcas na pele, mas deixam na alma, como a violência doméstica”.

“Os desafios são imensos para que possamos enfrentar o machismo e o sexismo e perceber as violências que nos atingem, que foram tão naturalizadas, que vão nos aprisionando, sem que possamos perceber as nossas próprias prisões”, disse a deputada. “Mas as mulheres têm um pacto com a coragem, com a liberdade e quando se movimentam vão transformando o conjunto da sociedade”, argumentou.

 

Foto: Miriam Zomer / Agência Alesc


Ana Paula Lima homenageia médico precursor do parto humanizado no país

Florianópolis, 10/08/2017 – A Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc), por proposição de deputada Ana Paula Lima, entregou Moção de Aplauso ao médico Ricardo Herbert Jones, pelos mais de 30 anos de atuação e ativismo na humanização do parto e do nascimento.

A entrega da distinção foi na manhã desta quinta-feira (10), na abertura dos trabalhos do segundo dia do III Congresso Nacional do Parto Humanizado, que acontece até sexta-feira (11), no auditório  Antonieta de Barros, na Alesc.

“Num país como o nosso, onde a cirurgia cesariana é uma epidemia aceita como natural, desafiar este paradigma pode parecer insano. Algumas pessoas ousaram, e há 30 anos conseguiram vislumbrar um cenário mais humano na obstetrícia, menos intervencionista, mais natural, mas não menos difícil”, argumentou Ana Paula durante a entrega da homenagem.

Segundo Ana Paula, “foi através daqueles visionários, como o dr. Ricardo Jones, que avançamos; daqueles que além da sua formação tecnocrática e medicalizada na saúde conseguiram olhar para a gestação, parto e nascimento como um evento fisiológico e que merecia todo o respeito devido, merecia um olhar mais humanizado”.

“Estamos diante de uma realidade que não tem volta, um caminho que vai ter muitos percalços, mas não há porque desistir de ter esperança”, concordou o dr. Ricardo Jones em sua defesa ao parto e nascimento humanizados. Ele lembrou de que, há 30 anos, quando iniciava sua carreira na obstetrícia, ficar “escandalizado com o nível de violência no parto, com intervenções médicas sempre visando o conforto dos médicos e das instituições”. E se declarou “um soldado nesse processo”.

Congresso – O III Congresso Nacional do Parto Humanizado – Afirmando a autonomia da mulher segue até sexta-feira (11), na Assembleia Legislativa de Santa Catarina. A iniciativa é da Comissão de Saúde da Alesc, em parceria com a Escola do Legislativo Deputado Lício Mauro da Silveira e com o apoio do gabinete da deputada Ana Paula Lima (PT), proponente das duas edições anteriores, em 2015 e 2016.

Foto: Eduardo Guedes / Agência Alesc


Alesc aprova pedido de informações sobre feminicídio em Biguaçu

Florianópolis, 09/08/2017 – A Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina aprovou, na tarde desta quarta-feira (09), Pedido de Informações apresentado pela deputada Ana Paula Lima (PT) sobre a atuação da Delegacia de Polícia de Biguaçu em relação a feminicío ocorrido no bairro Bom Viver, no último domingo.

O questionamento da deputada é junto à Secretaria de Estado de Segurança Pública, já que o assassino confesso – matou a mulher a facadas diante das filhas da vítima, uma menina de três anos e uma adolescente de 16 anos – se apresentou à polícia mas está solto.

“A motivação alegada para o crime foi ciúme, tendo o marido desferido quadro facadas contra a vítima e fugido do local em seguida. O crime se enquadra em feminicídio, de acordo com a Lei 13.104/2015, e deve ter a pena agravada por ter sido cometido em frente às descendentes da vítima”, argumenta a deputada no Pedido.

A parlamentar participava de audiência pública sobre a Lei Maria da Penha e sua efetividade no estado, realizada pela Bancada Feminina da Alesc, na manhã da última terça-feira (08), quando amigas de Viviane Monteiro, 35 anos, relataram o fato diante de autoridades e  representantes de órgãos de proteção à mulher. O apelo das amigas da vítima é para que o crime não fique impune  e as filhas fiquem em segurança.

Quatro perguntas constam do Pedido de Informações aprovado pela Alesc: “Porque quando o autor confesso esteve na Delegacia de Polícia, pela primeira vez, no domingo, ele não foi preso mas, sim, orientado a retornar na segunda-feira para apresentar sua confissão? Por que o autor confesso do feminicídio não foi detido na segunda-feira quando retornou à Delegacia, e sua prisão preventiva não foi solicitada ao Judiciário? Qual comportamento, mais grave que a violência descrita, seria observado para fundamentar um pedido de prisão preventiva? E em relação à adolescente e à criança, por que não foram tomadas medidas protetivas?”


Ana Paula destaca avanços na legislação do parto humanizado em SC

Deputada Ana Paula Lima cita protagonismo de SC em leis para a humanização do parto e do nascimento

Florianópolis, 09/08/2017 – Os avanços na legislação pela humanização do parto e do nascimento e o protagonismo de Santa Catarina foram  destacados pela deputada Ana Paula Lima (PT), durante a abertura do III Congresso Nacional do Parto Humanizado – Afirmando a autonomia da mulher e do I Congresso Nacional de Fotografia e Vídeo de Parto.

A cerimônia de abertura, na manhã desta quarta-feira (09),  no auditório Antonieta de Barros, na Assembleia Legislativa de SC, contou com a presença de profissionais de saúde, gestores públicos, parlamentares, pesquisadores e doulas, além de de fotógrafas, videomakers e pessoas de todo o Brasil que atuam no atendimento ao parto.

“Foi aqui, há três anos, que pela primeira vez pude perceber que a força destas mulheres que acreditam que parir é transformador é verdadeira”, apontou Ana Paula. A deputada tem protagonizado essa temática no estado, ao estimular o debate com a realização pelo terceiro ano consecutivo do Congresso Nacional do Parto Humanizado.

A parlamentar citou leis aprovadas em Santa Catarina que se incorporam na luta pela humanização do parto e do nascimento, como a Lei da Doula (Lei nº 16.869/2016), que autoriza a presença de doulas quando solicitado pela gestante em maternidades e hospitais catarinenses. Também a Lei da Violência Obstétrica (Lei nº 17.097/2017), que dispõe sobre a implantação de medidas de informação e proteção à gestante e parturiente contra a violência obstétrica no Estado de Santa Catarina.

Outro avanço para a Enfermagem Obstétrica e também para a humanização do parto e do nascimento, citado pela deputada Ana Paula, foi a nota técnica, divulgada recentemente, atualizando as orientações em relação à distribuição e ao fluxo das Declarações de Nascidos Vivos (DNV) para profissionais que realizam parto domiciliar.

Congresso – O III Congresso Nacional do Parto Humanizado – Afirmando a autonomia da mulher segue até sexta-feira (11), na Assembleia Legislativa de Santa Catarina. A iniciativa é da Comissão de Saúde da Alesc, em parceria com a Escola do Legislativo Deputado Lício Mauro da Silveira e com o apoio do gabinete da deputada Ana Paula Lima (PT), proponente das duas edições anteriores, em 2015 e 2016.


III Congresso Nacional do Parto Humanizado tem mais de 600 inscrições

Programação, de 9 a 11 de agosto, inclui I Congresso Nacional de Fotografia e Vídeo de Parto e vai debater protagonismo da mulher 

Florianópolis, 07/08/2017 – Mais de 600 pessoas estão inscritas para o III Congresso Nacional do Parto Humanizado – Afirmando a autonomia da mulher, que será realizado na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc) nos dias 9, 10 e 11 de agosto.  

São profissionais de saúde, gestores públicos, parlamentares, pesquisadores, doulas, pais e familiares, que em três dias de evento irão debater o protagonismo da mulher e os avanços e desafios da humanização do parto e do nascimento, tanto domiciliar como hospitalar.

“Humanizar o parto é um processo que propicia escolhas conscientes das mulheres em relação aos seus corpos, sua gestação, seus partos e o nascimento dos seus filhos”, destaca a deputada Ana Paula, que tem protagonizado essa temática no estado.

A iniciativa do III Congresso Nacional do Parto Humanizado e do I Congresso Nacional de Fotografia e Vídeo de Parto é da Comissão de Saúde da Alesc, em parceria com a Escola do Legislativo Deputado Lício Mauro da Silveira e com o apoio do gabinete da deputada Ana Paula Lima (PT), proponente das duas edições anteriores, em 2015 e 2016.

As inscrições são gratuitas e ainda podem ser feitas na abertura do evento.

Fotografia e Vídeo – Nesta terceira edição o evento traz como novidade o I Congresso Nacional de Fotografia e Vídeo de Parto, nesta quarta-feira, dia 9, com a participação de fotógrafas, videomakers e profissionais de todo o Brasil que atuam no atendimento ao parto. “Estes são importantes instrumentos de empoderamento das melheres na humanização do parto e do nascimento”, considera a deputada Ana Paula Lima.

Além das palestras, o I Congresso Nacional de Fotografia e Vídeo de Parto vai lançar a 1ª Exposição Fotográfica do Portal Hora Dourada, uma exposição de fotos do parto humanizado, organizado pelo Portal Hora Dourada, a maior rede de fotógrafos de nascimento e grupos de gestantes no país.  As imagens estarão expostas durante todo o evento, no saguão do Auditório Antonieta de Barros, na Assembleia Legislativa.

As 20 imagens expostas foram escolhidas pelo voto do público a partir de uma mobilização no Facebook, que atingiu mais de 100 mil pessoas em apenas 72 horas. As fotos, produzidas por fotógrafas de parto de todo o Brasil, revelam a beleza de mulheres dando à luz, um resgate da ancestralidade feminina e da crença de que são capazes de parir.

Programação: I Congresso Nacional de Fotografia e Vídeo de Parto

 Dia 9 de agosto (quarta-feira)

 08:00 – Credenciamento

 08:30 – Composição da mesa e cerimonial de abertura

Ana Paula Lima (deputada estadual) Maria Esther Vilela (Coordenadora

Geral de Saúde das Mulheres – MS) Daphne Rattner (Presidenta da Rehuna) Vivian Scaggiantte (Fotógrafa Além D’Olhar)

09:00 – Fotografia de Parto: uma Oportunidade de

Transformação

Naoli Vinaver (Parteira Contemporânea)

 09:40 – O Poder da Imagem: fotografar com propósito

Vivian Scaggiante e Suzanne Shub (Além D’Olhar Fotografia)

 10:30 – Fotografia de Parto: caminhos e desafios

Roberta Martins – Márcia Kohatsu – Lela Beltrão – Débora Amorim

(Fotógrafas)

 12:20 – Parto Delas: um olhar fotográfico sobre o parto

humanizado no SUS  

Luciana Zenti (Fotógrafa)

 13:00 – Almoço

 14:00 – Registros Fotográficos  do Parto e as Mídias Sociais

Alanna Kern de Dutra Coria (Jornalista) 

 15:40 – Ética e Direitos Autorais na Fotografia de Parto

Leonardo Ramos Pinto (Advogado)

 17:20 – O Papel Fundamental das Imagens na Transformação

do Parto no Brasil

Maria Esther Vilela (Coordenadora Geral de Saúde das Mulheres – MS)

 

 Programação: III Congresso Nacional do Parto Humanizado

Dia 10 de agosto (quinta-feira)

 08:00 – Credenciamento

 09:00 – Composição da Mesa de Homenagem ao Dr. Ricardo

Herbert Jones

Ana Paula Lima (deputada estadual)  Daphne Rattner (Presidenta da Rehuna)

09:30 – Humanização do Parto e do Nascimento numa

Perspectiva Transcultural

Daphne Rattner (Presidenta da Rehuna)

 10:40 – O Protagonismo da Mulher no Processo de Gestação,

Parto e Nascimento

Odaléa Maria Bruggemann (Dra. Enfermeira)  Mayra de Freitas Calvete

(Enfermeira obstétrica) Carolina Schatz (Fisioterapeuta e doula)

 12:00 – Almoço

 13:30 – Filme de Parto – Além D’Olhar Fotografia

 13:45- Ética nas Mídias Sociais

Inara Fonseca (Jornalista e doula/ADOSC) Mariana Salvatti Mescolloto

(Advogada/ADOSC) Vivian Scaggiantte (Fotógrafa)

 15:15 – Dinâmica propositiva introdutória ao assunto da

Violência Obstétrica – Além D’Olhar Fotografia

 15:30 – Violência Obstétrica: direitos sexuais e reprodutivos

roubados

Adelir Carmen Lemos de Goes (Acd. Enfermagem)  Daniele Beatriz Manfrini (Dra Assistente Social) Camilla Alexsandra Schneck (Dra. Enfermeira obstétrica  – Observatório da Violência Obstétrica no Brasil)

17:00 – Assistência à Mulher Negra: desigualdades sociais

em saúde

Carolina Pereira Montiel (Cientista Social)

 

Dia 11 de agosto (sexta-feira)

08:30 – Tradição e Evidências: formando laços

Naoli Vinaver (Parteira Contemporânea) Eunice Antunes (Indígena Guarani) Marcela Flueti (Naturóloga e doula)  Iara Silveira (Enfermeira obstétrica)

10:20 – III Reunião de Enfermeiras Obstetras, Obstetrizes e

Médicos Obstetras

Daphne Rattner (Presidenta da Rehuna) Letícia Colossi (Enfermeira obstétrica)

10:20 – II Reunião de Doulas: código de ética das doulas

Gabriela Zanella (Presidenta da ADOSC)

 10:20 – I Reunião de Parteiras Tradicionais

Naoli Vinaver (Parteira Contemporânea)

10:20 – I Reunião de Fotógrafos de Parto

Vivian Scaggiantte (Fotógrafa Além D’Olhar)

12:00 – Almoço

 13:30 – Protagonismo da mulher no Brasil hoje: ameaças

e desafios – Erika Kokay (deputada federal)

  14:00 – Avanços e Desafios na Formação de Profissionais de

 Saúde na Assistência ao Parto e Nascimento

Rita de Cássia Teixeira Rangel (Enfermeira obstétrica) Martha Colvara Bachilli (Médica obstétrica) Roxana Knobel (Médica obstétrica)

15:30 – Do Luto à Luta: apoio à perda gestacional e neonatal

Larissa Lupi (Psicóloga – ONG Do luto à luta)

16:30 – Ressignificações: ressignificando o feminino do parto e

do nascimento e a paternidade

Luciane d`Avila (Enfermeira obstétrica) Alexandre Coimbra Amaral (Psicólogo)

17:45 – Leitura da III Carta de Florianópolis

Ana Paula Lima (deputada estadual)

 


III Congresso Nacional do Parto Humanizado – afirmando a autonomia da mulher

Programação, de 9 a 11 de agosto, inclui I Congresso Nacional de Fotografia e Vídeo de Parto

Florianópolis, 31/07/2017 – A Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc) sedia, nos dias 9 a 11 de agosto, o III Congresso Nacional do Parto Humanizado – Afirmando a autonomia da mulher o e I Congresso Nacional de Fotografia e Vídeo de Parto.

A iniciativa é da Comissão de Saúde da Alesc, em parceria com a Escola do Legislativo Deputado Lício Mauro da Silveira e com o apoio do gabinete da deputada Ana Paula Lima (PT), proponente das duas edições anteriores, em 2015 e 2016.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site na Escola do Legislativo pelo endereço http://escola.alesc.sc.gov.br/. A expectativa é que os dois eventos reúnam mais de 500 pessoas nos três dias de programação, principalmente profissionais de saúde.

“Humanizar o parto é um processo que propicia escolhas conscientes das mulheres em relação aos seus corpos, sua gestação, seus partos e o nascimento dos seus filhos”, destaca a deputada Ana Paula, que tem protagonizado essa temática no estado.

Programação: I Congresso Nacional de Fotografia e Vídeo de Parto

Dia 9 de agosto (quarta-feira)

08:00 – Credenciamento

 08:30 – Composição da mesa e cerimonial de abertura

Ana Paula Lima (deputada estadual) Maria Esther Vilela (Coordenadora

Geral de Saúde das Mulheres – MS) Daphne Rattner (Presidenta da Rehuna) Vivian Scaggiantte (Fotógrafa Além D’Olhar)

09:00 – Fotografia de Parto: uma Oportunidade de

Transformação

Naoli Vinaver (Parteira Contemporânea)

09:40 – O Poder da Imagem: fotografar com propósito

Vivian Scaggiante e Suzanne Shub (Além D’Olhar Fotografia)

10:30 – Fotografia de Parto: caminhos e desafios

Roberta Martins – Márcia Kohatsu – Lela Beltrão – Débora Amorim

(Fotógrafas)

12:20 – Parto Delas: um olhar fotográfico sobre o parto

humanizado no SUS  

Luciana Zenti (Fotógrafa)

13:00 – Almoço

14:00 – Registros Fotográficos  do Parto e as Mídias Sociais

Alanna Kern de Dutra Coria (Jornalista) 

15:40 – Ética e Direitos Autorais na Fotografia de Parto

Leonardo Ramos Pinto (Advogado)

17:20 – O Papel Fundamental das Imagens na Transformação

do Parto no Brasil

Maria Esther Vilela (Coordenadora Geral de Saúde das Mulheres – MS)

 

Programação: III Congresso Nacional do Parto Humanizado

 Dia 10 de agosto (quinta-feira)

 08:00 – Credenciamento

 09:00 – Composição da Mesa de Homenagem ao Dr. Ricardo

Herbert Jones

Ana Paula Lima (deputada estadual)  Daphne Rattner (Presidenta da Rehuna)

09:30 – Humanização do Parto e do Nascimento numa

Perspectiva Transcultural

Daphne Rattner (Presidenta da Rehuna)

 10:40 – O Protagonismo da Mulher no Processo de Gestação,

Parto e Nascimento

Odaléa Maria Bruggemann (Dra. Enfermeira)  Mayra de Freitas Calvete

(Enfermeira obstétrica) Carolina Schatz (Fisioterapeuta e doula)

 12:00 – Almoço

 13:30 – Filme de Parto – Além D’Olhar Fotografia

13:45- Ética nas Mídias Sociais

Inara Fonseca (Jornalista e doula/ADOSC) Mariana Salvatti Mescolloto

(Advogada/ADOSC) Vivian Scaggiantte (Fotógrafa)

15:15 – Dinâmica propositiva introdutória ao assunto da

Violência Obstétrica – Além D’Olhar Fotografia

15:30 – Violência Obstétrica: direitos sexuais e reprodutivos

roubados

Adelir Carmen Lemos de Goes (Acd. Enfermagem)  Daniele Beatriz Manfrini (Dra Assistente Social) Camilla Alexsandra Schneck (Dra. Enfermeira obstétrica  – Observatório da Violência Obstétrica no Brasil)

17:00 – Assistência à Mulher Negra: desigualdades sociais

em saúde

Carolina Pereira Montiel (Cientista Social)

 

Dia 11 de agosto (sexta-feira)

08:30 – Tradição e Evidências: formando laços

Naoli Vinaver (Parteira Contemporânea) Eunice Antunes (Indígena Guarani) Marcela Flueti (Naturóloga e doula)  Iara Silveira (Enfermeira obstétrica)

10:20 – III Reunião de Enfermeiras Obstetras, Obstetrizes e

Médicos Obstetras

Daphne Rattner (Presidenta da Rehuna) Letícia Colossi (Enfermeira obstétrica)

10:20 – II Reunião de Doulas: código de ética das doulas

Gabriela Zanella (Presidenta da ADOSC)

10:20 – I Reunião de Parteiras Tradicionais

Naoli Vinaver (Parteira Contemporânea)

10:20 – I Reunião de Fotógrafos de Parto

Vivian Scaggiantte (Fotógrafa Além D’Olhar)

12:00 – Almoço

13:30 – Filme de Parto – Além D’Olhar Fotografia

14:00 – Avanços e Desafios na Formação de Profissionais de

 Saúde na Assistência ao Parto e Nascimento

Rita de Cássia Teixeira Rangel (Enfermeira obstétrica) Martha Colvara Bachilli (Médica obstétrica) Roxana Knobel (Médica obstétrica)

15:30 – Do Luto à Luta: apoio à perda gestacional e neonatal

Larissa Lupi (Psicóloga – ONG Do luto à luta)

16:30 – Ressignificações: ressignificando o feminino do parto e

do nascimento e a paternidade

Luciane d`Avila (Enfermeira obstétrica) Alexandre Coimbra Amaral (Psicólogo)

17:45 – Leitura da III Carta de Florianópolis

Ana Paula Lima (deputada estadual)

18:00h – Protagonismo da mulher no Brasil hoje: ameaças

e desafios – Erika Kokay (deputada federal)