Florianópolis – 02/08/2017 - A deputada estadual, Ana Paula Lima (PT) destacou hoje (02), na tribuna da Assembleia Legislativa, que a 13ª Edição do Mundo de Mulheres e a 11ª do Fazendo Gênero vão marcar a história da luta por igualdade, justiça, derrubada de preconceitos, fim da violência e busca de uma sociedade mais feliz.

O evento, que acontece na capital catarinense, na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), desde o dia 31 de julho, culminou na tarde desta quarta-feira com a Marcha Mundial de Mulheres, em Florianópolis, onde pelo menos 8.500 saíram às ruas contra o que há de mais reacionário para a destruição dos direitos.

“Estaremos marchando pela democracia, pela liberdade, pelo respeito à vontade do povo que elegeu uma mulher, Dilma Roussef, e foi traído num golpe institucional que envergonha nossa Nação perante o mundo”, ressaltou. É por isso, segundo ela, que no encontro, em diversas oportunidades se ouviu o Fora Temer! e Diretas Já!

A deputada participou da abertura do evento representando o Parlamento catarinense, com um auditório repleto de mulheres de diversas cores, credos e etnias, brancas, negras, índias, quilombolas, camponesas, “uma miscigenação de várias raças, lindo de se ver”, comentou. Segundo Ana Paula, a paisagem, o cenário e o ambiente da Universidade, nesta semana, ficou impregnado com a energia de milhares de mulheres.” Pela primeira vez este evento acontece na América Latina, o que muito nos engrandece”, disse.

Segundo a parlamentar, é conhecimento e culturas compartilhadas com um só objetivo: a construção de um mundo melhor, mais justo, com dignidade, justiça, tolerância e respeito às diferenças. E sem violência! “Fazendo o mundo desta forma, teremos um mundo com mais paz para homens, crianças e idosos, porque a mulher pensa no coletivo.” Ana Paula disse que se sentiu fortalecida ao lado de tantas vozes que sonham, pensam e agem com firmeza para possibilitar as mudanças que o mundo precisa.

A deputada registrou o reconhecimento à coordenação do grandioso evento, que é da equipe do Instituto de Estudos de Gênero (IEG) da UFSC e destacou o trabalho incessante da coordenadora professora Cristina Wolff e da professora Joana Maria Pedro. Ana Paula Lima afirmou que acredita que uma mobilização como esta, idealizada por todas e todos neste encontro único e mundial, traz a responsabilidade de questionar, rever, reinventar valores, denunciar e reparar injustiças. “Um belo momento belo, construído com conhecimento, com arte e que recebeu o slogan de ‘Transformações, Conexões e Deslocamentos’”, finalizou.

Foto: Miriam Zomer / Agência AL